domingo, 15 de fevereiro de 2009

Game over! =[

Poizé, pipl. A farra A-CA-BOU.

Não sei como foi com os nobres colegas, que tanto admiram o peru, mas quanto a mim, a volta foi suave.

Saí de Viña no sabadão às 14hs de ônibus rumo Santiago. Pouco antes, tentei visitar a Quinta Vergara, que é um jardim felomenal de Viña, mas infelizmente estava fechada. Uma passadinha no Supermercado Santa Isabel pra levar um azeite do Chile com souvenir, mas NÃO TINHA UMA PORCARIA DE LATA DE AZEITE. Depois, fui-me à estação.

Santiago.

Após uma passadinha numa feirinha de artesanato lá perto, segui ao Hostel Bellavista, onde havia deixado minha pesada mochila desde o dia 11. Aproveitei pra dar uma passadinha no banheiro, puxar emails pelo wifi, trocar de roupa e fui-me. Saí de lá às 19:27 para ir ao aeropuerto. Metrô até a estação Los Héroes, depois subi e peguei o ônibus azulão "Centropuerto" na Av. Libertador Bernardo O'Higgings (caso ainda não tenhamos dito, esse porquera desse O'Higgings consegui por seu nome nas principais ruas de TODAS as cidades chilenas...).

Cheguei no aeroporto às 20:30, tarde demais pra ir ao Outlet que havia perto do aeroporto, que no dia anterior havia planejado ir. Meu voo sairia às 7 da manhã. Check-in às 5. Minha noite só estava começando...

Procurei o balcão da Pluna pra perguntar se poderia despachar minha mala desde já, para que não precisasse pagar locker no aeroporto. Descobri que NÃO HAVIA BALCÃO DA PLUNA! Como a companhia era pequena e só operava um voo por dia, o balcao só funcionava das 4:45 até as 7 da manhã. Conversei com uma menina no escritório da Pluna que me fez a gentileza de fazer o check-in pela internet para que não tivesse que pagar 20 dólares pra despachar a bagagem. Isto, todavia, quando as luzes se apagassem e seu supervisor lá já não estivesse. Muito gentil a transgressora, já que me poupara 20 mangos.

Contabilizada a economia, fui deixar as malas no já-não-tão-caro locker.

Como a fome batia à porta, e como havia tempo a perder, decidi comparar o preço de TODOS os restaurantes do aeroporto. Comi num muito bom chamado Gatsby, com wifi e todomás. No final, só me restava dormir.

Já havia me informado com o funcionário da "custódia de equipaje" que o melhor lugar para pernoitar seria três banco adjacentes perto do parque de diversões dentro do aeroporto. Deu certo. Consegui dormir relativamente sem interrupções até às 5:15, horário em que havia programado meu celular pra despertar.

Lavei o rosto, troquei a muda de roupa que tinha na mala de mão, e fui fazer o check-in. Qual não foi a boa surpresa quando o gentil funcionário do balcão me ofereceu trocar de voo e ir via Lan Chile, sem escala, a São Paulo. Não quis nem saber a hora nem nada. Até se tivesse que pagar um pouco a mais pra não fazer escala em Montevidéu, pagaria: meu voo estava programado com um chá-de-cadeira de OITO MALDITAS HORAS em Montevidéu! Chegaria em São Paulo no presente momento em que escrevo este post, às 22h!

Graças a Deus deu tudo certo, não teve custo algum, vim no voo Lan e cheguei em São Paulo às 2 da tarde.

Passadinha no Free Shop, uma calorosa recepção dos sofridos srs. David e Eliana, tornei à minha boa casa.

A minha amada e desavisada, sra. Evelyn, estava em viagem e só retornaria para me pegar no aeroporto no horário antigo, às 22h. Mas foi linda o suficiente para tomar um ônibus e voltar às 6 pra me recepcionar também efusivamente. Senti falta da bichinha, viu?

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Saldo: uma viagem inesquecível!

Agradeço aos colegas Máco Lázo, Leonhart, Daniel y tú? e Herr pelas aventuras, pelas piadas, pelas risadas, pelos nervos, pela coragem, pela intrepidez!, pelo bom ânimo, pelo espírito esportivo, pelo espírito de grupo, pela família que construímos... (to quase chorando.... sniff..)

ahUah Foi animal! A-NE-MAL. Ponto. Chile rocks! I bet Peru rocks as well!

Imagino que já estejam no Brasil, então tratem de preencher as lacunas...

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